sábado, 12 de setembro de 2009

Pega Leve. ou....

O que começa como simples prazer pode resultar em doenças graves e até de difícil cura, como câncer

Primeiro uma leve euforia. Em seguida, um estado de relaxamento. As reações causadas pelo consumo de álcool no organismo humano podem ser diferentes, inclusive dependendo da propensão genética de cada um. Está comprovada a contribuição do fator hereditário para o alcoolismo, mas a influência externa ainda é maior.

“No início, a pessoa bebe justamente pela sensação de bem-estar, de felicidade. Em um determinado momento, o sujeito aumenta as doses para ter o mesmo efeito do estágio inicial”, conta Sérgio Seibel, psiquiatra e presidente do Comitê Multidisciplinar de Estudos sobre Dependência do Álcool e outras Drogas da Escola Paulista de Medicina em São Paulo.
Pesquisadores do Centro de Oklahoma para Estudos sobre Álcool e Drogas Relacionadas, nos Estados Unidos, registraram, através de um tipo de ressonância magnética, imagens dos efeitos comuns do álcool no cérebro. Além de provocar um relaxamento no organismo, quando o etanol chega ao cérebro afeta funções responsáveis pela memória, movimento, respiração e julgamento. Nosso organismo é composto em grande parte de água — 85% —, e o álcool é absorvido facilmente. O efeito do etanol no sistema nervoso central se dá pela sua absorção pelo estômago e intestino, e sua interação com as células. Em pouco tempo o álcool está circulando em todo o organismo e chegando ao cérebro.

“Apesar de existir uma barreira no cérebro que serve como proteção, o álcool penetra sem problemas. Quanto maior o teor alcóolico, mais o sistema nervoso é atingido”, explica Renato Sabbatini, neurocientista da Unicamp/SP. O álcool altera atividades celulares pelos neurotransmissores. “Compromete o equilíbrio, coordenação motora e desorganiza o pensamento (julgamento)”, completa Sabbatini. “O desequilíbrio emocional, como a depressão e a ansiedade, torna uma pessoa mais suscetível ao uso do álcool”, emenda Seibel.

Em princípio, o uso do álcool é uma dependência psíquica, aliviando a ansiedade, por exemplo. A segunda fase é uma dependência física, causada pela permanência constante de álcool no sistema nervoso. Quando a dependência vai se instalando, no estado de abstinência, a pessoa produz uma série de sintomas físicos. Tremor das mãos, ansiedade e náusea.

Então Vamos Beber com moderação!

2 comentários:

  1. Cada dia mais os jovens acham q bebedeira é se divertir, os danos causados pelo abuso de álcool (C2H5OH) destrói células do fígado e cerebrais é muito grande. Tente em uma festa ficar sem beber e observar os bébados vc nunca mais vai beber até cair.
    Silvestre

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