quinta-feira, 22 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
JUVENTUDE E A REFLEXÃO SOCIOAMBIENTAL

“Pensar a sociedade, mostrar seus valores, apontar ações que levem ao crescimento e à construção de um mundo melhor. Utopia? Pode ser, mas se ninguém se mobilizar agora, se não abrirmos nossa mente para o novo ou para uma 'repaginada' no que é antigo, o mundo só tende a ficar pior. E não é esse o futuro que pretendo deixar para os que vierem depois de mim. Dedique alguns minutos para um mundo novo, você também!”
Muitos são os sonhos e desafios, que permeiam o imaginário da juventude, ou melhor, das juventudes, já que estas são plurais e muito diversificadas, cada qual carregando consigo seus anseios, aspirações, angústias e esperanças de um modo diferente umas das outras.
As juventudes vivem hoje um contexto muito interessante no Brasil no que diz respeito ao seu envolvimento com as questões socioambientais. Percebemos a temática ambiental como tema emergente, sendo pautado na atualidade pelos movimentos e organizações de juventude. Na rua, na praça, na universidade ou em qualquer ambiente de encontro destas juventudes é natural perceber as preocupações destes atores sociais, principalmente no que diz respeito aos problemas ambientais.
O que era ser jovem: “Ser jovem é ter vontade de fazer mais. Energia. É estado de espírito e respeito à diversidade, pois a juventude é plural e tem diversas tribos. Ser jovem é antes de tudo a tentativa de compreender o mundo a nossa volta”. E é nesta tentativa de compreensão do mundo que, surgem jovens mais preocupados com mundo a nossa volta e com disposição para transformá-lo.
A construção de sociedades sustentáveis passa por também consolidar o engajamento destas juventudes, que hora se mostram dispostas e animadas na construção do movimento de juventude pelo meio ambiente no Brasil, no contexto de uma Educação Ambiental crítica e transformadora.
Assim, se os problemas ambientais vêm crescendo dia-a-dia, percebidas a olho nu e tornando-se mais graves e cada vez mais globais, a atuação dos jovens na Educação Ambiental, constitui-se num desafio mais complexo, sério e muito mais exigente do que em outras épocas.
O desafio, portanto é enorme e é urgente consolidar o movimento de juventude pelo meio ambiente, fortalecendo o seu espírito revolucionário e transformador.POSTADO : Maria Nazareth Vieira Gimenez
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Pega Leve. ou....
“No início, a pessoa bebe justamente pela sensação de bem-estar, de felicidade. Em um determinado momento, o sujeito aumenta as doses para ter o mesmo efeito do estágio inicial”, conta Sérgio Seibel, psiquiatra e presidente do Comitê Multidisciplinar de Estudos sobre Dependência do Álcool e outras Drogas da Escola Paulista de Medicina em São Paulo.
Pesquisadores do Centro de Oklahoma para Estudos sobre Álcool e Drogas Relacionadas, nos Estados Unidos, registraram, através de um tipo de ressonância magnética, imagens dos efeitos comuns do álcool no cérebro. Além de provocar um relaxamento no organismo, quando o etanol chega ao cérebro afeta funções responsáveis pela memória, movimento, respiração e julgamento. Nosso organismo é composto em grande parte de água — 85% —, e o álcool é absorvido facilmente. O efeito do etanol no sistema nervoso central se dá pela sua absorção pelo estômago e intestino, e sua interação com as células. Em pouco tempo o álcool está circulando em todo o organismo e chegando ao cérebro.
“Apesar de existir uma barreira no cérebro que serve como proteção, o álcool penetra sem problemas. Quanto maior o teor alcóolico, mais o sistema nervoso é atingido”, explica Renato Sabbatini, neurocientista da Unicamp/SP. O álcool altera atividades celulares pelos neurotransmissores. “Compromete o equilíbrio, coordenação motora e desorganiza o pensamento (julgamento)”, completa Sabbatini. “O desequilíbrio emocional, como a depressão e a ansiedade, torna uma pessoa mais suscetível ao uso do álcool”, emenda Seibel.
Em princípio, o uso do álcool é uma dependência psíquica, aliviando a ansiedade, por exemplo. A segunda fase é uma dependência física, causada pela permanência constante de álcool no sistema nervoso. Quando a dependência vai se instalando, no estado de abstinência, a pessoa produz uma série de sintomas físicos. Tremor das mãos, ansiedade e náusea.
Então Vamos Beber com moderação!
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Evolução ou Acomodação
Um leve vento toca minha fase e refresca o calor que contorna meu corpo, o sol que brilha o vento que bate nas folhas na palmeira As aves que voa sobre a minha casa em bando, as crianças que se divertem com o vento soltando suas pipas e a imaginação.
O som do carro de boi que passa carregado de palma que vai ser o alimento da criação
e de repente um cheiro de gás invade minhas narinas o sol já não brilha o vento que bate na palmeira esta carregado de fumaça. As aves voltam para o mato com medo de alguma coisa as crianças tocam as pipas pelos jogos eletrônicos, o único carro que escuto agora e da entrega de ração para criação um L 200 4x4.
[Diego Henrique Porto Mirante]
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