quarta-feira, 30 de setembro de 2009

JUVENTUDE E A REFLEXÃO SOCIOAMBIENTAL



“Pensar a sociedade, mostrar seus valores, apontar ações que levem ao crescimento e à construção de um mundo melhor. Utopia? Pode ser, mas se ninguém se mobilizar agora, se não abrirmos nossa mente para o novo ou para uma 'repaginada' no que é antigo, o mundo só tende a ficar pior. E não é esse o futuro que pretendo deixar para os que vierem depois de mim. Dedique alguns minutos para um mundo novo, você também!”

Muitos são os sonhos e desafios, que permeiam o imaginário da juventude, ou melhor, das juventudes, já que estas são plurais e muito diversificadas, cada qual carregando consigo seus anseios, aspirações, angústias e esperanças de um modo diferente umas das outras.

As juventudes vivem hoje um contexto muito interessante no Brasil no que diz respeito ao seu envolvimento com as questões socioambientais. Percebemos a temática ambiental como tema emergente, sendo pautado na atualidade pelos movimentos e organizações de juventude. Na rua, na praça, na universidade ou em qualquer ambiente de encontro destas juventudes é natural perceber as preocupações destes atores sociais, principalmente no que diz respeito aos problemas ambientais.

O que era ser jovem: “Ser jovem é ter vontade de fazer mais. Energia. É estado de espírito e respeito à diversidade, pois a juventude é plural e tem diversas tribos. Ser jovem é antes de tudo a tentativa de compreender o mundo a nossa volta”. E é nesta tentativa de compreensão do mundo que, surgem jovens mais preocupados com mundo a nossa volta e com disposição para transformá-lo.

A construção de sociedades sustentáveis passa por também consolidar o engajamento destas juventudes, que hora se mostram dispostas e animadas na construção do movimento de juventude pelo meio ambiente no Brasil, no contexto de uma Educação Ambiental crítica e transformadora.

Assim, se os problemas ambientais vêm crescendo dia-a-dia, percebidas a olho nu e tornando-se mais graves e cada vez mais globais, a atuação dos jovens na Educação Ambiental, constitui-se num desafio mais complexo, sério e muito mais exigente do que em outras épocas.

O desafio, portanto é enorme e é urgente consolidar o movimento de juventude pelo meio ambiente, fortalecendo o seu espírito revolucionário e transformador.


POSTADO :
Maria Nazareth Vieira Gimenez

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

sábado, 12 de setembro de 2009

Pega Leve. ou....

O que começa como simples prazer pode resultar em doenças graves e até de difícil cura, como câncer

Primeiro uma leve euforia. Em seguida, um estado de relaxamento. As reações causadas pelo consumo de álcool no organismo humano podem ser diferentes, inclusive dependendo da propensão genética de cada um. Está comprovada a contribuição do fator hereditário para o alcoolismo, mas a influência externa ainda é maior.

“No início, a pessoa bebe justamente pela sensação de bem-estar, de felicidade. Em um determinado momento, o sujeito aumenta as doses para ter o mesmo efeito do estágio inicial”, conta Sérgio Seibel, psiquiatra e presidente do Comitê Multidisciplinar de Estudos sobre Dependência do Álcool e outras Drogas da Escola Paulista de Medicina em São Paulo.
Pesquisadores do Centro de Oklahoma para Estudos sobre Álcool e Drogas Relacionadas, nos Estados Unidos, registraram, através de um tipo de ressonância magnética, imagens dos efeitos comuns do álcool no cérebro. Além de provocar um relaxamento no organismo, quando o etanol chega ao cérebro afeta funções responsáveis pela memória, movimento, respiração e julgamento. Nosso organismo é composto em grande parte de água — 85% —, e o álcool é absorvido facilmente. O efeito do etanol no sistema nervoso central se dá pela sua absorção pelo estômago e intestino, e sua interação com as células. Em pouco tempo o álcool está circulando em todo o organismo e chegando ao cérebro.

“Apesar de existir uma barreira no cérebro que serve como proteção, o álcool penetra sem problemas. Quanto maior o teor alcóolico, mais o sistema nervoso é atingido”, explica Renato Sabbatini, neurocientista da Unicamp/SP. O álcool altera atividades celulares pelos neurotransmissores. “Compromete o equilíbrio, coordenação motora e desorganiza o pensamento (julgamento)”, completa Sabbatini. “O desequilíbrio emocional, como a depressão e a ansiedade, torna uma pessoa mais suscetível ao uso do álcool”, emenda Seibel.

Em princípio, o uso do álcool é uma dependência psíquica, aliviando a ansiedade, por exemplo. A segunda fase é uma dependência física, causada pela permanência constante de álcool no sistema nervoso. Quando a dependência vai se instalando, no estado de abstinência, a pessoa produz uma série de sintomas físicos. Tremor das mãos, ansiedade e náusea.

Então Vamos Beber com moderação!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Evolução ou Acomodação

Apenas um momento

Um leve vento toca minha fase e refresca o calor que contorna meu corpo, o sol que brilha o vento que bate nas folhas na palmeira As aves que voa sobre a minha casa em bando, as crianças que se divertem com o vento soltando suas pipas e a imaginação.

O som do carro de boi que passa carregado de palma que vai ser o alimento da criação

e de repente um cheiro de gás invade minhas narinas o sol já não brilha o vento que bate na palmeira esta carregado de fumaça. As aves voltam para o mato com medo de alguma coisa as crianças tocam as pipas pelos jogos eletrônicos, o único carro que escuto agora e da entrega de ração para criação um L 200 4x4.

[Diego Henrique Porto Mirante]


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